Informes y Boletines Económicos por Países

.

Argentina

.

Argentina volvió situarse entre los cuatro países con mayor inflación del mundo

Autor: 
Resumen: 

En el informe económico semanal realizado por Banco Ciudad se destaca que, con la aceleración reciente, Argentina volvió situarse entre los cuatro países con mayor inflación del mundo. Sobre un total de 183 países, Argentina volverá a ubicarse en 2012 en lo más alto del ranking de inflación global, situándose sólo por debajo de Sudán, Sudán del Sur y Bielorrusia y superando a países como Malaui (23%), Etiopía (17%), Burundi (15%) o Yemen (14%).

En este informe también se destaca que Argentina se mantiene por sexto año consecutivo entre las 10 naciones con mayor inflación del mundo, escalando 5 posiciones respecto de 2011. En 2012, la inflación en Argentina supera a la de Venezuela (19%) y quintuplica a la de países vecinos como Brasil, Chile, Colombia, México y Perú, que registran tasas de inflación en el rango del 3% ,al 6% anual.

Argentina: Tasas de Indigencia y pobreza (4° Trimestre 2010-2011) - Avances de resultados.

PONTIFICIA UNIVERSIDAD CATÓLICA ARGENTINA

OBSERVATORIO DE LA DEUDA SOCIAL ARGENTINA

La Encuesta de la Deuda Social Argentina del Bicentenario, se basa en un diseño muestral probabilístico polietápico con estratificación no proporcional y selección sistemática de viviendas y hogares en cada punto muestra. La muestra comprende a 5.712 hogares de 17 aglomerados urbanos: Área Metropolitana del Gran Buenos Aires (Ciudad de Buenos Aires y 24 Partidos del Conurbano Bonaerense), Gran Córdoba, Gran Rosario, Gran Mendoza, Gran Salta, Gran Tucumán y Tafí Viejo, San Rafael, Mar del Plata, Gran Paraná, Gran San Juan, Gran Resistencia, Neuquén-Plottier, Zárate, Goya, La Rioja, Comodoro Rivadavia, Ushuaia y Río Grande. Esta encuesta se aplica durante el cuatro trimestre de cada año.

Belize

Bolivia

.

Cifras del Comercio Exterior Boliviano Cifras 2013

Resumen: 

Las exportaciones bolivianas de 2013 fueron de 12,043 mdd, rompiendo así, un récord histórico. Sin embargo, el 80% de dichas exportaciones consiste en minerales e hidrocarburos, haciendo al país vulnerable ante la fluctuación de precios de este mercado, sobre todo si éstos bajan, como fue en el caso de 2013 que las ventas de estos minerales disminuyeron en 700 millones de dólares. En las exportaciones no tradicionales recae el optimismo, pues lo que se  refiere a la explotación de recursos agropecuarios, forestales y agroindustriales aumentó un 12% en comparación con 2012, participando en un 20% de las exportaciones totales bolivianas de 2013.

Las importaciones bolivianas también aumentaron, y preocupan levemente a las autoridades y empresarios, sobre todo por un posible desbalance comercial.  Los insumos industriales y bienes de capital fueron las principales importaciones a Bolivia a 2012, el superávit comercial fue de 3521 mdd, a diferencia del 2013 que fue de 2768 mdd.

El siguiente boletín informativo, ofrece un análisis estadístico detallado sobre los productos de exportación e importación de Bolivia en el año pasado, así como su comercio por zona geoeconómica, países de destino, por departamento o provincia y su evolución histórica.

Brasil

El índice de Precios al Productor de septiembre fue de 1,23% en Brasil (Portugués)

Resumen: 

El índice de precios al productor en Brasil subió 1,23% en relación al mes anterior, en septiembre de este año. Considerando que el IPP mide la evolución de los precios de los productos "en la puerta de la fábrica", sin impuestos y transporte, tenemos que las presiones inflacionarias sobre la producción en Brasil son muy elevadas. Tan sólo, 17 de los 23 sectores encuestados muestran un alto precio. Los rubros que presentaron mayor alza, fueron del gas (6,74%), madera (3,39%) y alimentos (2,84%); y los que tuvieron un mayor impacto en relación al mes anterior fueron los alimentos (0,53 puntos porcentuales), los productos químicos (0,28 pp) y la metalurgia básica (0.10 pp). Estas grandes escaladas en los precios, se explican principalmente en los precios de exportación, los cuales se mantienen en un escenario de apreciación de casi el 10% del dólar frente al real en septiembre.

Em junho, vendas do varejo crescem 1,7%. Receita tem alta de 2,1%

Resumen: 

O volume de vendas do comércio varejista acelerou em junho, quando cresceu 1,7%. Já a receita nominal apresentou alta de 2,1%. As taxas refletem a comparação com maio, na série com ajuste sazonal. Já em relação a junho de 2008, o volume de vendas e a receita nominal do varejo cresceram 5,6% e 9,6, respectivamente. Nos seis primeiros meses do ano, esses indicadores registraram elevação de 4,4% e 9,9%; enquanto nos últimos 12 meses, volume de vendas e receita acumularam 6,2% e 12,2%, respectivamente.

Entre maio e junho, o Comércio Varejista Ampliado obteve crescimentos superiores ao comércio varejista: 6,5% para o volume de vendas e 7,4%, para a receita. Em relação a junho de 2008, em termos de volume de vendas, o setor registrou aumento de 10,2%, no volume de vendas e de 9,8% na receita nominal. Nos seis primeiros meses do ano e nos últimos 12 meses, as taxas foram de 3,9% e 5,0% para o volume de vendas, e 5,8% e 8,7% para a receita nominal.

Variação positiva em seis atividades

No volume de vendas com ajuste sazonal, seis atividades pesquisadas obtiveram variações positivas: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (15,6%); Veículos e motos, partes e peças (11,1%); Tecidos, vestuário e calçados (10,1%); Móveis e eletrodomésticos (3,3%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,7%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,9%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,1%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-0,7%); Material de construção (-1,9%); e Combustíveis e lubrificantes (-2,7%).

Já na comparação com junho de 2008 (série sem ajuste), cinco das 10 atividades apresentaram variações positivas: Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (22,3%); Veículos, motos, partes e peças (20,8%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (12,6%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,5%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8,2%); e Livros, jornais, revistas e papelaria (4,5%). Já Tecidos, vestuário e calçados e Móveis e eletrodomésticos apresentaram ambos resultado negativo de -1,0%; Combustíveis e lubrificantes -1,5% e Material de construção -7,8%.

No Varejo, o segmento de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo apresentou variação de 8,2% no volume de vendas em junho, na comparação com o mês do ano anterior, e foi o principal responsável pelo crescimento do setor. Em termos de acumulados no semestre e nos últimos 12 meses, o segmento apresenta crescimento de 6,8% e 6,0%, respectivamente.

Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, ótica, joalheria, artigos esportivos, brinquedos etc., exerceu o segundo maior impacto na formação da taxa, com variação de 11,5% no volume de vendas. Em termos acumulados, a taxa para o primeiro semestre do ano foi da ordem de 9,5% e para os últimos 12 meses, de 10,3%. Já Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria, com a terceira maior participação, apresentou crescimento de 12,6% e taxas acumuladas de 11,8% no semestre e de 12,8% nos últimos 12 meses.

Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação apresentou acréscimo de 22,3% no volume de vendas sobre junho de 2008, e taxas acumuladas de 16,7% no semestre e 26,0% nos últimos 12 meses. Trata-se da atividade com o maior patamar de crescimento este mês. A atividade de Livros, jornais, revistas e papelaria teve crescimento de 4,5% na comparação com maio, de 8,6% com o mesmo mês de 2008 e de 9,5% para os últimos 12 meses.

O segmento de Tecidos, vestuário e calçados, que reduziu o volume de vendas em -1,0% com relação a igual mês do ano anterior, foi responsável pela menor contribuição negativa à taxa global do varejo. Em seguida, Combustíveis e lubrificantes apresentou retração de -1,5% no volume de vendas em relação a junho de 2008. Em termos de desempenho acumulado no ano, a taxa de variação chegou aos 2,2%, e nos últimos 12 meses a 6,2%. A atividade de Móveis e eletrodomésticos, com queda de -1,0% no volume de vendas em relação a junho do ano passado, proporcionou o mais alto impacto negativo na formação da taxa de desempenho do Comércio Varejista. No acumulado do ano a taxa foi de -2,3% e nos últimos 12 meses, de 5,0%.

O Comércio Varejista ampliado registrou crescimento em relação ao mês anterior de 6,5% para o volume de vendas e de 7,4% para a receita nominal, ambas as taxas com ajustamento sazonal. Comparado com o mesmo mês do ano anterior (sem ajuste sazonal), as variações foram de 10,2% para o volume de vendas e de 9,8% para a receita nominal. No acumulado do semestre e dos últimos 12 meses o setor apresentou taxas de variação de 3,9% e 5,0% para o volume e de 5,8% e 8,7% para a receita nominal de vendas, respectivamente.

A atividade de Veículos, motos, partes e peças registrou expansão de 20,8% em relação a junho de 2008, acumulando no semestre e nos últimos doze meses variações de 5,3% e 4,2%, respectivamente. Quanto a Material de Construção, as variações foram de -7,8%, de -10,2% no acumulado do semestre e de -2,4% nos últimos 12 meses.

Resultados positivos em 24 das 27 unidades da federação

Das 27 Unidades da Federação, apenas três apresentaram resultados negativos na comparação com junho de 2008: Espírito Santo (-2,5%), Tocantins (-2,2%) e Distrito Federal (-1,3%). As maiores elevações no volume de vendas ocorreram no Piauí (19,4%), Sergipe (15,2%), Ceará (11,0%), Maranhão (8,2%) e Roraima (7,9%). As participações de São Paulo (7,2%), Rio de Janeiro (4,2%), Paraná (6,3%), Minas Gerais (3,7%) e Bahia (7,0%) são líderes na composição da taxa do Comércio Varejista.

Em relação ao Varejo Ampliado, as maiores altas de vendas ocorreram no Piauí (25,9%), Tocantins (22,6%), Sergipe (21,0%), Ceará (17,9%) e Maranhão (17,6%). Em termos de impacto no resultado global do setor, os destaques foram os estados de São Paulo (11,1%); Rio de Janeiro (10,0%); Minas Gerais (9,7%); Paraná (8,2%); e Bahia (11,3%). Ainda por Unidades da Federação, os resultados com ajuste sazonal para o volume de vendas indicam 21 estados com variação positiva na comparação com maio, com destaque para Amapá (3,3%), Maranhão (3,0%), Rio de Janeiro (3,0%), Rio Grande do Sul (2,9%) e Sergipe (2,3%).

2º trimestre teve desempenho superior ao do 1º

A variação de 5,2% no Comércio Varejista no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período de 2008, ficou acima da variação do primeiro trimestre (3,7%) e abaixo do último trimestre do ano passado (6,0%). A comparação entre os dois primeiros trimestres de 2009 indica altas para Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (de 4,0% para 9,7%); Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (15,0% para 18,2%) e Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,5% para 12,3%). Apresentaram quedas os segmentos de Combustíveis e lubrificantes (de 3,1% para 1,3%); Tecidos, vestuário e calçados (-6,6% para -7,1%); Móveis e eletrodomésticos (1,3% para -5,7%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (12,3% para 11,3%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (12,3% para 3,7%). Já no Varejo Ampliado, a taxa de variação do segundo trimestre ficou em 4,2%, superior à do primeiro trimestre (3,7%).

Resultado semestral é o pior desde 2004

Houve crescimento de 4,4% no primeiro semestre, na comparação com o mesmo período de 2008. Tal resultado é inferior não apenas ao do segundo semestre de 2008 (+ 7,9%), como também de toda a série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio a partir do ano de 2004.

Arquivos oficiais do governo estão disponíveis aos leitores.

Agradecemos al Dr. Ricardo Bergamini por enviar esta información

Palabras clave: 

Estadísticas del gobierno brasileño

The long-term “optimal” real exchange rate and the currency overvaluation trend in open emerging economies: The case of Brazil.

Resumen: 

Los determinantes del tipo de cambio real para la apertura de economías emergentes, conforme una perspectiva teórica estructuralista-keynesiana, se basa tanto en modificaciones estructurales expresado en políticas de largo plazo, como en los cambios a corto plazo que pueden desviar el comportamiento de la variable.

Analizando los modelos econométricos de la economía brasileña en el periodo 1999-2011, las variables estructurales como el Producto Interno Bruto per cápita y la relación de los términos de intercambio mostraron mayores coeficientes con las modificaciones en el tipo de cambio real en el largo plazo. Con respecto al corto plazo,  los diferenciales en la tasa de interés y la variación en las reservas internacionales impactaron de mayor forma en la estabilidad de los tipos de cambio reales.


Conforme la tesis de los autores, que señalan un tipo de cambio real "óptimo" para la apertura de las economías emergentes, los resultados del estudio muestran que el tipo de cambio real óptimo para la economía brasileña se alcanzó en el año 2004, existiendo una sobrevaloración de la moneda en 80% para 2011.

Canadá

.

Chile

Colombia

.

Comunidad Andina

,

Perú

Cooperación Sur-Sur

Informe de la Cooperación Sur-Sur en Iberoamérica 2011

Resumen: 

La Secretaría General Iberoamericana (SEGIB), acaba de presentar los resultados del seguimiento realizado a los Programas y Proyectos de Cooperación apoyados por la Cumbre Iberoamericana, con los que se busca fortalecer las Políticas Públicas en diversos sectores, principalmente de la cultura, la ciencia o la innovación. Con este balance se busca determinar la calidad e impacto de las acciones emprendidas en cada uno de los países donde se ejecutan.

Los Programas y Proyectos Iberoamericanos, en los últimos cinco años, han supuesto una inversión de 152 millones de euros, financiación que ha provenido de diversas fuentes, principalmente de las aportaciones realizadas por los gobiernos iberoamericanos en el marco de una cooperación que se caracteriza por ser intergubernamental y horizontal, en la que todos los participantes aportan en función de sus capacidades y recursos. En el aspecto cultural, el estudio presentado da cuenta del apoyo a 1200 proyectos audiovisuales, a través del Programa Ibermedia, con los que se ha contribuido a la modernización y expansión de la actividad cinematográfica en Iberoamérica. También señala el apoyo dado para la realización de obras de teatro, danza y diversos festivales iberoamericanos. En Perú cabe resaltar el aporte recibido para la coproducción de la película Contracorriente, a través del programa de desarrollo en apoyo a la construcción del espacio audiovisual iberoamericana, película que ha ganado diversos premios a nivel nacional e internacional.

El informe también señala el apoyo a proyectos de recuperación y mejora de archivos históricos, algunos de ellos asociados con pueblos originarios o con derechos humanos, y que permitirán no solo la modernización de estos archivos sino además el acceso a la información de la ciudadanía. Perú, ha recibido apoyo para desarrollar 69 proyectos por un monto de 200 mil euros y además participa, junto con Ecuador, Chile y México, de un proyecto para la organización, restauración y digitalización de documentos de los Ministerios de Asuntos Exteriores de los respectivos países.

Cabe destacar también que este informe anual presentado por la SEGIB, señala que a través de un innovador programa se atiende cada año a más de 167 mil niños y niñas recién nacidos, que son alimentados con leche materna, aportada por mujeres voluntarias a través del programa de Bancos de Leche Humana, que ya cuenta con 255 bancos en la región. Encaminados al fortalecimiento de la cooperación y de las instituciones públicas, se han identificado y analizado más de 1000 proyectos de Cooperación Sur-Sur. Más de 50 profesionales de la cooperación que participan anualmente en cursos de capacitación del programa Sur-Sur y funcionarios de las Presidencias de los Gobiernos han participado en diversos Diplomados realizados por el Programa IBERGOP con el objetivo de mejorar la definición, puesta en práctica y seguimiento de las políticas públicas.

Costa Rica

En Construcción

Cuba

En Construcción

Monetary and Exchange Rate Reform in Cuba: Lessons from Vietnam

Resumen: 

La "actualización del modelo económico" forma parte de un proceso de reformas en la economía cubana iniciado a partir de 2010. La pertinencia de realizar reformas de carácter permanente y estructural, requiere de la reformulación de diversas políticas económicas, entre ellas, la política monetaria y cambiaria.

Pavel Vidal analiza las tres propuestas en materia monetaria y cambiaria: unificación monetaria, mejora de la estrategia de la política monetaria y las transformaciones económicas, considerando los alcances del proceso cubano comparándolo con la reforma Doi Moi de Vietnam iniciada en 1986.

La pertinencia de la comparación radica en que Cuba presenta problemáticas similares a las vividas por Vietnam en función a los modelos económicos utilizados con anterioridad ligados a la Unión Soviética.

Los primeros indicios de la reforma monetaria y cambiaria cubana se centran en la unificación del peso cubano y el peso convertible, el desarrollo de un mercado interbancario, la apertura de créditos personales y para la empresas no estatales así como una mayor coordinación y normatividad en las operaciones monetarias, no obstante existen algunas lagunas en la integración de dichos procesos como en la emisión de bonos del gobierno, la entrada de bancos extranjeros y la flexibilidad de la tasa de interés.

Ecuador

.

Analisis de Coyuntura Económica Ecuador 2009

La Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales - FLACSO Ecuador, presenta su informe sobre el comportamiento de la Economía ecuatoriana durante el primer semestre de 2009. Ver Documento

El Salvador

El costo del dinero sube 0.25 puntos base adicional

Resumen: 

Addendum to the Policy Normalization Principles and Plans

All participants agreed to augment the Committee's Policy Normalization Principles and Plans by providing the following additional details regarding the approach the FOMC intends to use to reduce the Federal Reserve's holdings of Treasury and agency securities once normalization of the level of the federal funds rate is well under way.[1]

The Committee intends to gradually reduce the Federal Reserve's securities holdings by decreasing its reinvestment of the principal payments it receives from securities held in the System Open Market Account. Specifically, such payments will be reinvested only to the extent that they exceed gradually rising caps.

For payments of principal that the Federal Reserve receives from maturing Treasury securities, the Committee anticipates that the cap will be $6 billion per month initially and will increase in steps of $6 billion at three-month intervals over 12 months until it reaches $30 billion per month.

For payments of principal that the Federal Reserve receives from its holdings of agency debt and mortgage-backed securities, the Committee anticipates that the cap will be $4 billion per month initially and will increase in steps of $4 billion at three-month intervals over 12 months until it reaches $20 billion per month.

The Committee also anticipates that the caps will remain in place once they reach their respective maximums so that the Federal Reserve's securities holdings will continue to decline in a gradual and predictable manner until the Committee judges that the Federal Reserve is holding no more securities than necessary to implement monetary policy efficiently and effectively.

Gradually reducing the Federal Reserve's securities holdings will result in a declining supply of reserve balances. The Committee currently anticipates reducing the quantity of reserve balances, over time, to a level appreciably below that seen in recent years but larger than before the financial crisis; the level will reflect the banking system's demand for reserve balances and the Committee's decisions about how to implement monetary policy most efficiently and effectively in the future. The Committee expects to learn more about the underlying demand for reserves during the process of balance sheet normalization.

The Committee affirms that changing the target range for the federal funds rate is its primary means of adjusting the stance of monetary policy. However, the Committee would be prepared to resume reinvestment of principal payments received on securities held by the Federal Reserve if a material deterioration in the economic outlook were to warrant a sizable reduction in the Committee's target for the federal funds rate. Moreover, the Committee would be prepared to use its full range of tools, including altering the size and composition of its balance sheet, if future economic conditions were to warrant a more accommodative monetary policy than can be achieved solely by reducing the federal funds rate.

[1]. The Committee's Policy Normalization Principles and Plans were adopted on September 16, 2014, and are available at www.federalreserve.gov/monetarypolicy/files/FOMC_PolicyNormalization.pdf. On March 18, 2015, the Committee adopted an addendum to the Policy Normalization Principles and Plans, which is available at www.federalreserve.gov/monetarypolicy/files/FOMC_PolicyNormalization.201... to text

Descargar aquí

Descargar aquí

Estados Unidos

.

Haíti

Honduras

Jamaica

Fiscal and Monetary Responses to the Global Crisis: Jamaica

Resumen: 
Palabras clave: 

México

México: Flujos Financieros Ilícitos, Desequilibrios Macroeconómicos y la Economía Sumergida

Autor: 
Resumen: 

Los flujos financieros ilícitos a nivel mundial representan una de las mayores inquietudes en la actual configuración de la economía globalizada, impactando mayoritariamente a los países en vías de desarrollo expresado, entre otras consecuencias, por el aumento de los índices de pobreza y mayores inestabilidades en los objetivos de seguridad nacional y política exterior.

El siguiente estudio elaborado por el economista Dev Kar a través de "Global Financial Integrity", realiza una estimación, a través de un modelo dinámico, de los flujos financieros ilícitos de la economía mexicana los cuales han aumentado significativamente -tráfico de dinero y flujo ilegal de personas- a partir de la década de 1970, siendo una de las causas la porosidad en la frontera con Estados Unidos.

Nicaragua

 

- Memoria anual

- Reporte de inflación (mensual)

- Reporte monetario (diario y semanal)

- Índice Mensual de Economía (IMAE)

-Situación de la construcción privada (trimestre) 

- Reporte Fiscal (trimestre)

- Informe de deuda (trimestre/anual)

-Reporte financiero (semanal/mensual)

-Informe monetario y financiero

 

NICARAGUA: La evolución del endeudamiento público.

Resumen: 

En Nicaragua, ese a esta evolución positiva del perfil de la deuda publica, el servicio de la misma, en particular el servicio de la deuda interna, que representa en promedio el 4.5% del PIB, continúa - y de acuerdo a las proyecciones continuara - representando una carga considerable sobre los recursos públicos, limitando de manera muy importante las posibilidades del país de mejorar la inversión publica en infraestructura y servicios sociales.

Paraguay

 

 

- Publicaciones de Informes:
Diario, Mensual, trimestral, semestral y anual de
indicadores económicos y financieros                          

Perú

.

REVELA: expectativas de inflación y crecimiento en América Latina

Autor: 
Resumen: 

Las encuestas de octubre de los bancos centrales de la región sobre las expectativas de inflación y crecimiento muestran aumentos en ambas expectativas de crecimiento e inflación para una serie de países de la región. En particular, las expectativas de inflación para 2012 aumentaron 0.5% en Uruguay, ubicándose en 8.3%. Asimismo, aumentaron en Brasil, para ubicarse en 5.4%, Colombia, alcanzando 3.1% y Perú, ubicándose en 3.3%. Por su parte, las expectativas de crecimiento se incrementaron en Chile, Paraguay, Perú y Uruguay.

Seminario: La macroeconomía en tiempos de crisis. Análisis local, regional y global.

Autor: 
Resumen: 

3 de agosto de 2011

 

Sala Arturo Jauretche  del Bco. Provincia

Samiernto 364 - 1er. Subsuelo

 

La actividad es libre y gratuita.  No requiere inscripción previa.

Centro de Economía y Finanzas para el Desarrollo de la Argentina (CEFID-AR)

SE ANEXA EL PROGRAMA

Uruguay

Venezuela